NINA,
a gente avança, pára, reflui... fica assim meio sonso diante do "dar" e diante do "receber"; a gente entra na rua mais próxima e na mais distante, em busca de quem queremos encontrar, mas a rua parece não ter fim, a lua se vai, o sol se vai, e a gente continua assim: dando de nós o que nem suspeitávamos em tanta quantidade houvesse em nós.
Bela postagem. Uma frase - melhor, um pensamento - cheio de possibilidades de extensão.
Um abraço.
Darlan